Os diretores de hotel fazem sempre a mesma pergunta: “Que valor me vão trazer as etiquetas eletrónicas?” Para além da poupança de tempo evidente — uma vez que as configurações de menu são programadas uma vez e funcionam automaticamente — as reduções de custos são significativas.
Esta solução beneficia tanto os hóspedes como o pessoal ao poupar tempo, porque tempo é dinheiro.
As 5 principais dúvidas
1. Como se adaptam ao buffet?
As etiquetas digitais são uma solução sustentável que além disso acrescenta elegância à apresentação do buffet. Existem em vários tamanhos, cores e designs para se enquadrar na decoração do restaurante, com opções de posicionamento estratégico para a visibilidade do hóspede.
2. São fáceis de usar para os colaboradores?
A plataforma de gestão requer conhecimentos técnicos mínimos. A empresa disponibiliza formação ao pessoal e oferece suporte remoto 24/7 para garantir uma implementação sem problemas.
3. Quanto dura a bateria?
As etiquetas utilizam tecnologia de baixo consumo com baterias de alta capacidade que duram 3 a 5 anos. O consumo de bateria ocorre apenas durante as atualizações de conteúdo, e a substituição é simples.
4. Que garantia têm?
As etiquetas eletrónicas incluem 12 meses de garantia (ou a duração total do contrato em caso de aluguer). As unidades resistem ao calor e à humidade, e as avarias técnicas são substituídas num prazo máximo de 3 dias úteis.
5. Qual é o retorno do investimento?
Um hotel de férias típico com três serviços de refeição diários dedica aproximadamente 1,5 horas por dia à etiquetagem manual, o que representa um custo de cerca de 5.000 € anuais (a 9,50 €/hora). O investimento em etiquetas digitais amortiza-se num ano, ao mesmo tempo que liberta o pessoal para atividades de maior valor.
Conclusão
O foco deve estar na experiência do hóspede. O cliente terá acesso a informação completa, no seu próprio idioma, com alergénios facilmente identificáveis, enquanto o pessoal ganha produtividade e o hotel avança em sustentabilidade.